ORVALHADAS de SAUDADE
Hei-de amar a Poesia enquanto viver...trago-a à flor dos sentidos...
domingo, 8 de fevereiro de 2026
ilusão... quadra perdida
houve um tempo só d' amor
- depois a alegria se foi...
a vida é chama sem calor
- e a saudade é dor que mói!
- a trova lágrima triste
que corre na minha face
- o amor já não existe
não há saudade que passe.
nnuno
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1981
trovas perdidas...
foste a fonte inesperada
com ansiedade te aguardei
entreguei-me ao teu feitiço
- logo ali me apaixonei!
quis beijar-te uma infinidade
perdida até ao esquecimento
estendo o êxtase â saudade
e alívio o meu tormento...
as carícias são estrelas
os beijos são só saudade
- bate o sol nas janelas!
bom amar de verdade.
alumio-me neste verso
- sua chama me confunde
hoje, amanhã rezo o terço
d´amor o coração se inunde
nnuno
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1981
quadra singela...
-de onde vem esta tristeza
de noite ou nas horas claras
da nostalgia é de certeza!
saudade que q' em deixaras
nnuno
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
trova perdida...revivendo
-mãos atadas pela vida
e uma teimosia de viver
ainda um dia, mais um dia
- e fica tanto por dizer!
nnuno
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quadras soltas...lembrança
- pego num fio da tarde
com saudade escaldante
não há lembrança q´guarde
o que sinto neste instante
palavras estrelas nos céus
labirintos duma travessia
sonhos de tempos meus
coração ia ao íman do dia
as imagens na memória
- a doçura no coração
eu contando minha história
para espantar a solidão...
~
nnuno
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solta...é tarde
não há mais tempo é tarde
nasce o poema roto e velho
morre com ele a saudade
do rosto que viu ao espelho
nnuno
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